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As 9 leis fundamentais da economia gastronômica

As leis da economia no nosso segmento gastronômico são retas e diretas. Empresas que as reconhecem e respeitam consequentemente enriquecem. Os Bares e restaurantes, supermercados e similares são empresas de alto giro, de entrada e saída contínua de produtos, ali o controle de processos é fundamental, sinão for assim o sonho vai durar tanto quanto a intuição.

 
economia gastronômica

A seguir os 9 pontos fundamentais:

1. Para consumir é necessário antes produzir. A produção com processos assertivos e a verdadeira fonte de riqueza do seu estabelecimento e da economia gastronômica. É sumamente importante criar as condições para que pessoas e empresas possam poupar (reduzir custos) o suficiente para financiar toda a produção e é claro prever como consumi-la no futuro.
 

2. O consumo é o objetivo final da produção. A economia de um restaurante por exemplo depende e muito da sua equipe de trabalho, essas pessoas recebem um salario em troca de sua mão de obra. Se a sua empresa tiver parcerias com outras empresas que beneficiem a sua equipe, possivelmente você estará impulsionando a economia da sua região, e criando assim uma fluides maior para o consumo dos seus produtos pelos funcionários de outras empresas que estão ao redor.

 

3. Não há nada que seja realmente fácil e grátis. Afinal, o certo e que os negócios não funcionam de acordo com sentimentalismos ou pura intuição, os restaurantes funcionam exatamente da mesma forma que qualquer outro setor de serviços na economia, por mais que as pessoas se deixem levar pela emoção ou a querida e esperada “sorte”. Se o cursinho for de graça desconfie, se o seu cliente for a sua família, e se você acredita na máxima “Todo mundo tem que comer”… Pense, nenhum negócio que da certo é tao simplório.

 

4. O valor das coisas é completamente subjetivo. Por exemplo, pense na produção de um par de sapatos que levou 4 horas de trabalho, e na de um bolo levou 2 horas de trabalho para preparar e assar. Então pareceria a simple vista que a “taxa de troca” mais justa entre essas duas mercadorias deveria ser: 1 par de sapatos por 2 bolos. Dessa maneira, 2 produtos seriam trocados a uma taxa que representa quantidades iguais do tempo de trabalho gasto para produzi-los.
Só que não! Tudo depende do grau de importância pessoal (subjetiva) que o consumidor confere ao produto/serviço. Então por essa perspetiva os sapatos e o bolo vão depender do propósito ou desejo de consumo do usuário.

 

5. Sem poupança não há investimento e sem investimento não há acumulação de capital e compra de “bens de capital” (fatores de produção): ferramentas, maquinários, fornos, mesas, cadeiras, panelas, copos, pratos, local, meios de transporte e de comunicação… Eles auxiliam os seres humanos em suas tarefas e, consequentemente, tornam o trabalho humano mais produtivo; sem acumulação de capital não há maior produtividade por consequência não há aumento da renda.

 

6. Gastos são custos; o querer multiplicar a renda implica aumentar proporcionalmente os custos.

 

7. O dinheiro, por si só, não é riqueza. Dinheiro é uma ferramenta de troca; riqueza é abundância de bens e serviços e bem-estar. Só assim você vai conseguir ser “Líder” e não “refém” do seu próprio negocio.

 

8. O trabalho, por si só, não cria valor; para ter valor, um bem produzido tem de ser útil e demandado por consumidores que querem consumi-lo. (relativo ao ponto 4).

 

9. Nos dias de hoje, o lucro econômico é um bônus extra que uma empresa ganha por ter sabido alocar corretamente recursos escassos.

 
 
Depois de ter esses dados você já vai poder desenvolver os principais KPI´S de sucesso que são: MarkUP, Lucratividade de produtos, Break-even e Rentabilidade do negócio.
 
 
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